mídia/press

Março 2014
> Revista O Globo de domingo – 16 de março – duas páginas – por Mariana Filgueiras
Essa não é uma matéria sobre o MixLit, mas sobre outro trabalho de Leonardo Villa-Forte, o Paginário. O Paginário está ligado com o MixLit na medida em que, enquanto o MixLit recorta trechos e os conecta criando uma nova narrativa, o Paginário seleciona páginas inteiras e não as conecta, deixando para o visitante a opção de ligar ou não ligar as páginas (e as passagens iluminadas) apresentadas. Clique aqui para ler a matéria em PDF: Revista de domingo O Globo – reportagem sobre Paginário de Leonardo Villa-Forte – por Mariana Filgueiras – 16:03:2014Agosto 2013

> O Canibal – por Clarisse Duarte de Meireles


O Canibal
 é uma revista digital de arte, cultura e cidadania. Foi aberta em julho de 2013.

Captura de tela 2013-08-07 às 23.44.44Na edição de agosto, a matéria intitulada “Sampler de letrinhas” traz uma entrevista onde falo sobre o processo de criação de um texto remix, sobre como o recorte e cole se liga a um prazer quase infantil, sobre coletivos culturais e fóruns de discussão no Rio de Janeiro, a exposição “Escritor de Parede”, direitos autorais, as oficinas de remix literário e escrita recriativa, a preparação do meu primeiro livro a ser lançado em breve, e a contaminação entre linguagens, pessoas e artes diferentes. Como material extra, O Canibal publica ainda, de maneira inédita, o MixLit 15 – Heranças e lições em sua versão arte visual.

Janeiro 2013

> Correio Braziliense – por Diego Ponce de LeonCaptura de tela 2013-01-31 às 12.08.26

A edição de 29 de janeiro traz uma matéria de página inteira sobre o MixLit, intitulada “Reciclagem de Palavras”. Há uma entrevista comigo e a apresentação de um MixLit visual. Diego Ponce de Leon passa ainda por Mário de Andrade, Helena Hegemann e Kenneth Goldsmith. Na entrevista, falo sobre como comecei o MixLit, questões de plágio e autoria e sobre meus outros projetos. Neste link você vê o PDF da matéria inteira.

Dezembro 2012

> Rumos Itaú Cultural – por Luiza Miguez

Luiza Miguez, ganhadora da bolsa de Jornalismo Cultural 2012 do programa Rumos do Itaú Cultural e jornalista da revista Piauí, elegeu como tema de suaCaptura de tela 2012-12-07 às 02.09.59 matéria o remix literário. Ao longo do ano Luiza frequentou minhas Oficinas de Remix Literário e fez entrevistas comigo e com os norte-americanos Kenneth Goldsmith e Mark Amerika – os três que ela chama de “Os DJs da Literatura”, título da matéria. O texto traz ainda comentários de  Heloísa Buarque de Hollanda, José Castello, Daniel Campello Queiroz e Claudio de Biase – outro que frequentou minhas oficinas -, sem esquecer de mencionar a antropofagia de Mário de Andrade. Vale a pena ler esta bem-humorada matéria.

> PUC – Rio Grande do Sul

O site da Biblioteca Central da PUC-RS destaca o MixLit entre as “Curiosidades Literária de dezembro de 2012”. Moema Vilela, mestranda da faculdade de letras da universidade, escreve o pequeno artigo “Você já ouviu falar em DJ literário?”. Entre outros destaques, o livro “A luta”, de Norman Mailer, e uma nova tradução de “O Grande Gatsby”, feita por Vanessa Barbara.MixLit no site da PUC-RS dez2012

> BaixaCultura – por Leonardo Foletto

Leonardo Foletto descobriu um inesperado “Manifesto da poesia sampler”, escrito por poetas paulistas e lançado em 2002. Ele diz que “O círculo de poetas sampler de São Paulo foi um movimento criado no final dos anos 90 e início dos 2000 que se espalhou por diversas regiões da capital paulista. Veio, como muitos dessa época, na esteira do movimento punk e anarquista e se somou a nascente cultura digital (pelo menos no que diz respeito a que conhecemos hoje) para propor a ideia do remix, cut-up, também na literatura. Foi, talvez, um dos primeiros grupo organizados a falar disso abertamente no Brasil.” Foletto diz que esse movimento adianta preceitos que aparecem na escrita não-criativa de Kenneth Goldsmith e no MixLit. Para ver a matéria, que inclui o texto do manifesto, clique aqui.

> Folha de São Paulo – por Alexandre Orrico

O blog da Folha traz uma matéria intitulada “Games são influência para literatura, diz pesquisador”. Nela, Espen Aarseth, pesquisador nas áreas de games e cibertexto e professor fundador do Departamento de Informática Humanística da Universidade de Bergen (Noruega), é entrevistado e diz que os jogos eletrônicos servem de inspiração para a “literatura ergódica“. Aaerseth  explica que “literatura ergódica” é um termo que ele usa para falar da literatura em que, por meio de alguma manipulação, a experiência com um determinado texto muda de leitor para leitor. Ao final da matéria há uma lista de enredos interativos criados no meio virtual e plataformas usadas para a construção de obras não lineares. O MixLit é citado ao lado de Small Demons, Storify, Chrysalis e De onde vieram os homens que eu beijei.

Novembro 2012

> Revista Continuum, do Itaú Cultural – por Leonardo Foletto

A edição da revista Continuum de outubro/novembro traz uma entrevista com Laerte Coutinho, uma matéria com o cantor Thiago Petit e, entre outros conteúdos, uma matéria sobre cocriação na era digital, assinada por Leonardo Foletto (do site BaixaCultura), em que os alvos são o Festival de Ideias 2012, a ItsNoon Net, o MixLit de Leonardo Villa-Forte, e o Mapas de Vista de Breno Castro Alves. A matéria pode ser acessada pelo novo site do Itaú Cultural, com link acima. E o PDF da revista inteira pode ser baixado por clicando aqui ou na imagem da capa ao lado.

Outubro 2012

> Love German Books – O lançamento do blog da editora inglesa And Other Stories, tendo como post inaugural um remix que fiz a convite deles – em inglês, em colagem visual e só com os autores da editora – teve alguma repercussão. Por exemplo, o comentário abaixo no ótimo blog Love German Books da tradutora alemã kjd, que você pode ver clicando aqui.

“Ampersand/MixLit

The publishers And Other Stories have launched their new blog Ampersand – with a special treat made out of all eight of their books so far.

Leonardo Villa-Forte has made a mashup, including parts of Clemens Meyer’s story “Riding the Rails”, if I’m not mistaken. It speaks volumes about something I’ve been thinking about recently – what we can do with literature if we abandon the idea of reading as a passive process. Beautiful.”


Setembro 2012

> Nós da Comunicação – entrevista

A entrevista que dei para o Baixa Cultura – que você encontra no link abaixo – foi reproduzida no site do coletivo Nós da Comunicação.

> Baixa Cultura – entrevista por Leonardo Foletto

Esse é um dos sites que mais visito. Sempre apresenta boas novidades, como o filme “A educação proibida”, e é repleto de sacações inteligentes sobre temas como o artista no mundo contemporâneo, direitos autorais, copyright, copyleft, creative commons, práticas culturais e procedimentos da arte de vanguarda. Por isso fiquei muito contente quando Leonardo Foletto, principal responsável pelo site, me convidou para uma entrevista. Acho que ficou boa, alonguei-me um tanto nas respostas e continuo pensando nas perguntas dele.

Agosto 2012

> O Globo, Segundo Caderno – por Leonardo Lichote

Na matéria “Tecnologias como smartphones, games e geolocalização remodelam a arte de contar histórias“, além de mencionar o MixLit, é descrita a experiência de Cláudio Soares com seu “Titanicware“, o conto de Jennifer Egan publicado em Twitter, o trabalho de Júlia Debasse no Google Maps, “De onde vieram os homens que beijei” entre outros trabalhos de texto e video comentados por Cristiane Costa, enquanto Arthur Protasio fala de games que usam recursos literários, como o Façade e o Journey.

Janeiro 2012

Revista Overmundo número 5   – por Luiza Miguez

Na matéria “Eles escrevem sem papel”, a jornalista Luiza Miguez – que mantém o interessante blog Literatura sem papel – faz um apanhado de trabalhos literários que dialogam com tecnologia, interatividade, quebra de linearidade e relação leitor/autor. O MixLit está entre os objetos de reflexão, assim como trabalhos de André Vallias, Arnaldo Antunes, Robert Coover, Eduardo Kac, Marcelino Freire, Wilton Azevedo, e o fantástico perfil “Julia”, no Google Maps. Luiza Miguez opina que há uma escassez de reflexão de parte da crítica tradicional sobre a chamada “e-lit”, e indica alguns livros e autores que estão se aventurando por esse caminho.

Novembro 2011

> Blog da Estante Virtual

“Que o remix é uma ferramenta musical, todo mundo já sabe. Samba no hip-hophip-hop no rock, rock no reggae e por aí vai. A mistura de estilos em busca da batida perfeita! Talvez tenha sido pensando nisso, ou melhor, na narrativa perfeita, que o mashup invadiu também a literatura. Jogando-se trechos das obras de diversos autores em um mesmo “liquidificador” literário têm-se como resultado um texto novo, remixado, divertido e pra lá de interessante. Por isso, aproveitamos a semana da música, que começa nesta quarta-feira (16/11), para falar deremix também na literatura.

Ao digitar “literatura remixada” no Google é bem provável que você irá encontrar entre os primeiros resultados, o blog do psicólogo e também escritor Leonardo Villa-Forte. Em 2010, ele criou o MixLit, referência quando o assunto é a criação de textos a partir da seleção, edição e recombinação de trechos de obras de diversos escritores. Segundo Leonardo, o MixLit…”

Outubro 2011

> Baixa Cultura

O site BaixaCultura concentra suas atividades na informação, divulgação e discussão de conceitos, acontecimentos e propostas ligadas à cultura livre e  à (contra) cultura digital. Eles têm uma série de posts chamada “Pequenos grandes momentos ilustrados da história da recombinação”. Na terceira parte desta série fizeram um apanhado de trabalhos que dialogam com o método do Cut-Up, de Brion Gysin e William Burroughs. Entre vídeos, capas de livros, entrevistas e textos dos dois já mencionados, há material de Tristan Tzara – idealizador do dadaísmo -, de Kenneth Goldsmith – criador do UbuWeb – e, com muita alegria, do MixLit.

> Literatura sem papel

O blog é feito por alunos do quarto período da Escola de Comunicação da UFRJ e se dedica a lançar luz sobre as novas formas de narrativas eletrônicas. No mês de outubro, dois posts sobre o MixLit saíram por lá. O primeiro é de Luiza Miguez, apresentando o trabalho e discutindo algumas das suas intenções; e o segundo é de Laís Frota, que reflete brevemente sobre relações entre remix musical e literário e apresenta um dos textos aqui do blog – sem as notas de rodapé, o que oferece uma outra experiência de leitura.

Agosto 2011

> Periferia.com

Cultura digital e de periferia formam o tema do evento Periferia.com, uma parceria da Aeroplano Projetos e Consultoria com a Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Com curadoria de Heloísa Buarque de Hollanda, Gringo Cardia, Marco Antônio Teobaldo e Omar Salomão, o evento é uma exposição ao mesmo tempo em que oferece palestras e oficinas. Inagurado no Parque Lage, rumou depois para a Biblioteca Parque de Manguinhos, onde, no dia 27 de agosto, Leonardo Villa-Forte apresentou uma nova Oficina MixLit de Remix Literário. No link acima, a Aeroplano apresenta a programação, que também saiu no site da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro.

> Revista Overmundo número 2 – Entrevista e textos

Com a temática de “Fronteiras”, a Overmundo 2 apresenta Leonardo Villa-Forte como o autor de ficção da edição. Numa entrevista de 4 páginas, o criador e editor do MixLit fala sobre seu trabalho de remixagem literária e também sobre os escritos de punho próprio. Além da entrevista, a Overmundo traz mais 4 páginas com dois MixLits e um conto inédito de Leonardo, “Você está no seu quarto”.

A revista Overmundo 2 pode ser baixada em pdf aqui. A entrevista pode ser lida no site da Overmundo aqui. Versão para iPad, aqui.

Junho 2011

> No Facebook, Scott Lindenbaum postou o link do MixLit e disse:

“The most interesting literary project I’ve seen in a while. Brazilian writer Leonardo Forte Villa creates short narratives by ´sampling´ sentences from other texts.”

(O projeto literário mais interessante que vi nos últimos tempos. O escritor brasileiro Leonardo Villa-Forte cria pequenas narrativas sampleando trechos de outros textos)

Scott é o co-criador e co-editor da revista literária multiplataforma Electric Literature, de Nova York, e também do Broadcastr, rede/mapa social baseado no registro da voz de pessoas contando histórias. Ele foi capa do Segundo Caderno de O Globo por conta de sua visita ao Rio em ocasião de uma palestra no evento Oi Cabeça no Oi Futuro do bairro do Flamengo.

> Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ

O evento ArteFórum contou com uma Oficina de Remix Literário, ministrada por Leonardo Villa-Forte, o criador do MixLit. Com curadoria de Cristiane Costa e Cecília Gianetti, o Núcleo de Literatura Digital do evento apresentou também  atrações como o Sarau de Avatares e Heterônimos, com João Paulo Cuenca, Ismar Tirelli Neto, Ramon Mello, Márvio dos Anjos e outros, e a exposição Street Poetry, de Alberto Pucheu. O Fórum, que está de site novo, cobriu todo o evento e nos próximos dias deve postar videos e fotos com a cobertura completa. Sobre a Oficina do MixLit, você encontra mais na aba “feito nas oficinas” aqui do site.

> Orelha do livro – por Mariana Sanchez

Entre outros blogs, sites e mailings que repercutiram durante o mês de junho a Oficina de Remix Literário do MixLit no evento ArteFórum, o Orelha do Livro foi um deles. Acompanho o Orelha do Livro há algum tempo, pelo  seu olhar bastante atento e cuidadoso às coisas interessantes acontecendo em torno do mundo dos livros e literatura. O projeto, que a criadora Mariana Sanchez descreve como um incentivo à leitura literária, já teve inclusive programa de rádio veiculado na Lumen FM de Curitiba entre dezembro de 2008 e maio de 2010.

Fevereiro 2011

> Revista Pessoa – edição 2

MixLit segue como colaborador da Revista Pessoa agora em sua terceira edição, após o lançamento das edições zero e 1 no ano anterior. O remix literário publicado dessa vez chama-se “Uma moça às voltas com um problema” e foi feito utilizando trechos apenas de escritoras mulheres de língua portuguesa. O resultado pode ser lido clicando no link acima com edição digital da revista, página 40, com imagem da artista plástica Maria Beatriz Machado. A matéria de capa fala de hitórias de gente que mudou sua vida a partir do contato com os livros e a leitura, como o caso do chamado livreiro do alemão e o escritor Luiz Ruffatto. A revista apresenta ainda entrevista com Milton Hatoum, trecho de livro inédito de Jorge de Sena, e uma curiosa matéria sobre a literatura de parachoques de caminhão. Nesta edição, a Revista Pessoa aumentou sua tiragem para 25.000 exemplares, sendo distribuída gratuitamente em pontos de cultura e para os assinantes do jornal “Brasil econômico”, com apoio da Editora Babel.

Janeiro de 2011

> Autoria em rede – Beatriz Martins – Escola de Comunicações e Artes da USP

O blog “Autoria em rede” é, segundo as palavras de Beatriz Martins, sua autora, parte de sua pesquisa de doutorado intitulada “Autoria em rede – Um estudo dos processos autorais colaborativos de escrita nas redes de comunicação”, em desenvolvimento no PPGCOM da Escola de Comunicações e Artes da USP. Beatriz participa do grupo de pesquisa Colabor – ECA/USP, coordenado pelo professor Artur Matuck, e vem se dedicando à investigação dos processos de comunicação e colaboração em rede. No seu blog figuram recomendáveis discussões e esclarecimentos sobre a recente “conversa” do governo com a sociedade sobre a licença Creative Commons, a escrita em meio digital, cibercultura, remixes e recombinações, Wikileaks, cibervigilância, entre outros assuntos.

Sobre o MixLit, no post do dia 17 de janeiro, Beatriz diz: “A proposta tem gerado estudos acadêmicos e também polêmicas, por sua ousadia em misturar trechos de obras de autores como Clarice Lispector, José Saramago, Sérgio Sant’Anna e outros, para criar uma mini narrativa remixada.”

Dezembro de 2010

> O leitor comum – por Arthur Tertuliano

No post intitulado “Influenza literária” (21 de dezembro), Arthur fala da leitura de “O mez da grippe e outros livros”, uma coletânea de vários livros de Valêncio Xavier, ex-fotógrafo e roteirista de TV que se aventurou na literatura nos anos 1980. O autor parece usar técnicas de colagem, textuais e visuais.Arthur menciona que isso por si só não é novidade, destacando propostas de colagem que ele considera como apenas seguidoras de uma fórmnula (o seriado Glee) e outras que trazem algo verdadeiramente interessante (o MixLit). “O leitor comum” é um dos melhores blogs sobre leituras e livros que já encontrei na internet, e deu vontade de conhecer mais do trabalho de Valêncio Xavier.

Novembro de 2010

> Revista Continente – Companhia Editora de Pernambuco

A interessante e multitemática revista Continente, com base em Recife, destacou em sua edição online:
“SAMPLERInspirado no trabalho dos DJs, tradutor cria remixes literários

Imagine trechos de obras de Ricardo Piglia, James Joyce, João Guimarães Rosa, Albert Einstein e Raymond Queneau formando um só texto. Essa é a base do MixLit, do tradutor carioca Leonardo Villa-Forte. Nele, o tradutor recorta passagens literárias de diferentes tamanhos e origens e  as une, criando novos textos – com sentidos diferentes para os trechos originais. A proposta, segundo Leonardo, é dar uma “vida bastarda” aos trechos utilizados. Além de prosa, o tradutor também remixa poesia, juntando, por exemplo, Oswald de Andrade, Augusto dos Anjos, Ferreira Gullar e Dante Alighieri.”

> Saraiva Conteúdo

A matéria “Onde está o autor?”, escrita por Ramon Mello e que saiu no mês anterior em O Estado de São Paulo, ganhou agora texto e informações adicionais na publicação no site do Saraiva Conteúdo – Letras – Artigos. Para ler, clique na chamada acima.

> Revista Pessoa – edição 1

A Revista Pessoa, após o lançamento da edição zero em agosto, apresenta agora sua nova edição. O texto de mistura literária que organizei dessa vez chama-se “Inventar a terra” e pode ser lido clicando no link acima com a chamada para a revista. A matéria de capa fala das possibilides da língua portuguesa tanto em campos estilísticos quanto políticos, e o que essa língua pode revelar de seus falantes. Outros textos testam a possibilidade de se haver ou não um sentido na lusofonia e falam dos festivais de teatro de língua portuguesa que vêm acontecendo. A revista apresenta ainda contos inéditos de Gonçalo M. Tavares e Ondjaki, além de um trecho do recente romance de José Eduardo Agualusa, “Milagrário pessoal”, e uma entrevista com o poeta Ferreira Gullar. Nesta edição, a Revista Pessoa aumentou sua tiragem para 5.000 exemplares, sendo distribuída gratuitamente em pontos de cultura e para os assinantes do jornal “Brasil econômico”.

Outubro de 2010

> O Estado de São Paulo – Cultura – Por Ramon Mello (aqui para ler no site do jornal)

“Criação coletiva na nova era” é o título da matéria publicada no dia 31 de outubro. Nela, são apresentados diversos trabalhos que seguem o método das reconstruções ou remixagens, como este trabalho literário aqui no MixLit, o projeto Thru You, de Kutiman, que faz colagens de sons e imagens, o Diahum, de Dimitri BR, que publica videocanções, e o projeto Orquestra You Tube, de Marcelo Camelo, do Los Hemanos, que em 2008 fez colagens também audiovisuais. Segue o trecho final da matéria publicada no jornal de São Paulo:

“Toda essa ideia remixagem lembra a composição Remix Século XXI (1999), de Wally Salomão e Adriana Calcanhotto: ´Armar um tabuleiro de palavras-souvenirs. / Apanhe e leve algumas palavras como souvenirs. / Faça você mesmo seu microtabuleiro enquanto jogo linguístico`. Entre o amalgama de tantas vozes, é fácil notar que autoria está em processo de transformação. O semiólogo francês Roland Barthes (1915-1980), autor do polêmico texto A Morte do Autor, entendia o escritor como o imitador de um gesto anterior a ele, nunca original. Assim sendo seu único poder misturar escritas. A questão é entender como preservar os direitos de múltiplos autores.”

> O poeta e jornalista Ramon Mello publicou a matéria acima, impressa no Estadão, com texto adicional no seu blog Sorriso do Gato de Alice. Com o título de “Onde está o autor?”, você pode lê-la na íntegra aqui.

> Folha de São Paulo – Folhateen – Por Mayra Maldjian

“Escritor carioca cria blog de ´mashups`literários”. A matéria fala do momento inicial do MixLit, o primeiro texto estruturado, e, entre outras coisas, da diferença entre o tipo de trabalho  feito aqui no blog e os livros recém-lançados que cruzam um clássico da literatura com um tema em voga como zumbis ou vampiros. Além disso, foi publicado no Folhateen, ao lado da matéria, um texto no estilo do MixLit , intitulado “Tempos depois”, que foi organizado exclusivamente para o jornal, a pedido da repórter. Para ler a matéria inteira e o texto exclusivo é só clicar na imagem ao lado.

> Diário de Pernambuco – Caderno Viver – Por Thiago Corrêa

Fazendo parte de uma reportagem maior intitulada “Herdeiros de Duchamp”, o caderno de cultura do Diário de Pernambuco, dia 10, traz uma matéria com o título de “Mixagens literárias”, falando exclusivamente sobre o MixLit. Para ler a matéria inteira, clique na chamada dest post. Abaixo segue um trecho:

“´A questão central é saber do que se é autor? Um músico pode ser um DJ ou compositor de ópera, do mesmo jeito que se pode ser autor de um mashup ou de um romance`, observa Villa-Forte, que não restringe sua criatividade às colagens e também desenvolve uma produção escrita pela qual mereceu menção honrosa no Prêmio Off Flip.”

Agosto de 2010

> Fundação José Saramagohttp://www.josesaramago.org/detalle.php?id=909

O site da Fundação José Saramago noticiou o lançamento da Revista Pessoa, cujos detalhes estão no texto logo anterior a este, e destacou os objetivos da revista, a qualidade de sua equipe, a edição impressa trimestral, a atualização constante no site, e por último, a presença do texto organizado por Leonardo Villa-Forte nos moldes do seu blog MixLit, texto este feito especialmente para a revista e que neste caso faz uso apenas de autores de língua portuguesa. A Revista Pessoa é possivelmente o primeiro veículo impresso a publicar um “mash-up literário”, nome que vem sendo usado para designar o tipo de texto apresentado no MixLit. Clique no link na chamada desta nota para ver a notícia no site da FJS.

> Revista Pessoa edição zero – www.revistapessoa.com

A Revista Pessoa foi lançada em versão online em 12 de agosto na Bienal do Livro de São Paulo e terá uma edição de divulgação impressa distribuída gratuitamente no mesmo evento no dia 20 de agosto, às 20h. Revista Pessoa é dedicada à literatura lusófona, ou seja, dos países de língua portuguesa. MixLit foi convidado  a participar da revista com um texto inédito nos moldes do blog, feito especialmente para a revista, no qual foram usados apenas autores de língua portuguesa. O resultado ficou ainda melhor em companhia das imagens de Maria Beatriz Machado (para ir direto ao texto clique na foto ao lado). Nesta edição zero, Pessoa traz ainda uma matéria principal sobre o “sensacionismo” de Fernando Pessoa, ideia-movimento que pode ser resumida em “Não pensa, sinta!”, e textos inéditos dos brasileiros Fabrício Carpinejar e Marina Colasanti, do angolano João Melo e do moçambicano Luís Carlos Patraquim, além de uma biogafia em quadrinhos de Fernando Pessoa, entre outros conteúdos.  A Revista Pessoa tem um trabalho gráfico bastante cuidadoso e, sob a bela coordenação de Mirna Queiroz, terá alcance também em Portugal, Angola e Moçambique.

> Blog do Saraiva Conteúdo – Por Ramon Mello

Falando da programação da Bienal do Livro de São Paulo, a nota “Últimos dias”, publicada no dia 20 de agosto, destaca o lançamento da Revista Pessoa e menciona o “´mash-up literário` feito pelo tradutor e escritor carioca Leonardo Villa-Forte usando apenas autores de língua portuguesa”. Clique no link acima para ser direcionado ao blog.

Julho de 2010

> Unicamp – Trabalho de graduandos de Estudos Literários

Rafael Rodrigues da Silva e mais quatro estudantes da graduação de Estudos Literários da Universidade de Campinas (Unicamp) fizeram um trabalho-coletânea que virou livro e está na biblioteca da universidade. O trabalho se chama “Coletânea Ponto Doc. A questão das fronteiras literárias entre o mundo editorial e a blogosfera”. Eles abrem com uma introdução intitulada “Por que ler literatura de blog” e depois apresentam diversos blogs que consideram interessantes, como, entre outros, o Cadeia de Palavras, de Sérgio Rodrigues e Daniela Abade, o Prelúdios Intensos, de Manoela Sawitzki, o Rua Caio Mário, de Gregório Duvivier, o O Impostor, de Ronaldo Bressane, e o Vida Breve, de Ana Paula Maia, Tatiana Salem Levy e outros, além do MixLit.

> A Gazeta – Caderno2 – matéria de Tiago Zanoli

A matéria de capa do Caderno2, suplemento de cultura do jornal de Vitória, no Espírito Santo, fala sobre a recente onda de releituras de clássicos da literatura, como “Orgulho e preconceito e zumbis” e “O Alienista e o fantasma de Jing Ru”, e traz as diferenças desse tipo de produto para o trabalho feito no MixLit.

“…reorganiza os fragmentos de uma forma coerente, compondo um novo texto e estabelecendo novas relações que acabam por criar, no conjunto, um novo bloco de sensações. ´Essa questão da autoria me parece posta de uma forma um pouco manca. A meu ver, mais importante do que ser ou não ser autor é ser autor do que. Ou seja, o que passou a existir a partir de certo ato?`, completa.”

Para ler a matéria inteira, clique na imagem ao lado.

Maio de 2010

> Jornal do Brasil – Caderno B – matéria de Bolívar Torres

Dentro de uma matéria maior, “R.I.P. Ficção”, sobre as problemáticas e expressões da ficção contemporânea, o Caderno B publicou “José Saramago e J.K. Rowling na mesma batida”, sobre o MixLit, e o texto de número 12 aqui do site, “Coisa desagradável”, na íntegra. Para ler a matéria clique na foto ao lado, ou na chamada acima para poder ler também as outras partes da matéria maior.

Em janeiro de 2012, o jornalista Bolívar Torres republicou essa matéria em seu blog, “It always rain on our generation“, em conjunto com uma série de outras matérias, escritas na mesma época, todas formando um panorama sobre o “Fim do romance”. Ele entrevistou Flávio Carneiro, Tatiana Salem Levy, Paloma Vidal, e eu, Leonardo Villa-Forte. Para vê-las clique aqui e busque pelos artigos do dia 8 de janeiro de 2012.

> PublishNews – O site e newsletter com novidades e notícias do meio editorial publicou uma matéria escrita por Maria Fernanda Rodrigues:

“Um trabalho e tanto de pesquisa é o que faz Leonardo Villa-Forte em seu blog MixLit. Ele lê um livro aqui, recorta ali, guarda as frases e vai misturando trechos das histórias para construir um conto novo. Inspirado no trabalho dos DJ´s, Leonardo acaba fazendo interessantes mashups literários. No último texto postado, por exemplo,…”

Para continuar lendo a matéria clique no título ali acima.

Abril de 2o1o

> O Globo – Revista Megazine – Seção Liquidificador: “A receita da mistura literária”.  A matéria ficou bem legal. Se você for assinante procure lá na edição digital, se não é, reproduzo ao lado uma foto da matéria. Para ler clique na foto.

> Marcelo Moutinho fez uma pequena resenha em seu sempre atento blog Pentimento – MixLit: uma ideia original

“Jovem escritor de talento, ex-aluno de minha oficina de contos na Estação das Letras, o Leonardo Villa-Forte lançou um blog originalíssimo. No MixLit, ele faz uma espécie de “remix literário”, selecionando trechos de diferentes escritores – de iniciantes a nomes consagrados – e combinando-os num novo texto, de forma coerente e interessante. Em um dos textos criados a partir dessas misturas…”

Clique na chamada para continuar lendo o texto.

> Leituras da semana“, mailing semanal da escritora Paula Cajaty, noticia o MixLit:

“Leonardo Villa-Forte, que escreve no Catarse Controlada, está de parabéns com o novo projeto, MixLit. Simplesmente, ele faz mash-up´s literários, à moda dos DJs de Ibiza. Como se…

Clique na chamada para continuar lendo o texto.

6 de abril de 2010

> Canastra de contos, site de noticias e eventos do mundo literário, organizado pela escritora Ana Cristina Melo

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One response to this post.

  1. […] iniciativa tem tido cobertura da imprensa tradicional. Também por conta disso, Leonardo passou a dar oficinas sobre remix literário em alguns eventos, […]

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