Archive for the ‘Erich von DÄNIKEN’ Category

MixLit 42: Oportunidade de trabalho

Uma semana depois, estava de volta ao Brasil1.

Cook ficou assombrado com o tamanho e a forma da Grande Barreira de Recifes, um tipo de estrutura “pouquíssimo conhecida na Europa. Trata-se de uma muralha de rocha de coral elevando-se quase na perpendicular do oceano insondável”2.

Sente no estômago a curiosa sensação que sempre produzem as relíquias de um passado inconcebível3. Mais além, na margem esquerda, serpenteiam cinco ou seis vales onde o olhar distingue perfeitamente pequenos riachos4.

– Tenho sede dessa água, disse5.

– Aprova então o meu projeto?6

– Vou dizer a vocês, com toda a segurança: aqui nós temos trabalho para vinte anos7. Consegue ouvir o ruído? Ouça. Fabuloso, não? As máquinas8.

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1 Fernando GABEIRA. O que é isso, companheiro? Rio de Janeiro: Codecri. 1980, p.38.

2 Gavin MENZIES. 1421 – O ano em que a China descobriu o mundo. Tradução de Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2006, p.200

3 Erich von DÄNIKEN. Eram os deuses astronautas? Tradução de E.G. Kalmus. São Paulo: Melhoramentos. 1970, p.95.

4,6 STENDHAL. O vermelho e o negro. Tradução de Raquel Prado. São Paulo: Cosac Naify. 2008, 4.pg.24, 6.pg.30.

5 Antoine de SAINT-EXUPÉRY. O pequeno príncipe. Tradução de Dom Marcos Barbosa. Agir: Rio de Janeiro. 1972, p.82.

7 Guilherme FIÚZA. 3.000 dias no bunker. Rio de Janeiro: Record. 2006, p.45.

8 Gonçalo M. TAVARES. A máquina de Joseph Walser. São Paulo: Companhia das Letras. 2010, p.156.

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